Mas o trabalho não está feito. Não é só gozar. Naturalmente, seria bom. Contudo é apenas parte do processo de rega, que em si é mais que o acto de regar. Assim, gozar é necessário para afastar isso do espírito, predispondo-me para observar as plantas, escutar as plantas, falar com as plantas, porque só assim compreenderei melhor as plantas, o que permite detectar muitos problemas.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dia 174
Como de costume, durante a ausência dos meus pais, fico encarregue de regar as
plantas. Por algum motivo, pedem-me a mim. Acho que faço um bom trabalho.
O facto do meu irmão morar em Lisboa também ajuda. Porém, vê-se que gosto, e de
facto, é sempre um grande prazer regar as plantas da casa dos meus pais.


Mas o trabalho não está feito. Não é só gozar. Naturalmente, seria bom. Contudo é apenas parte do processo de rega, que em si é mais que o acto de regar. Assim, gozar é necessário para afastar isso do espírito, predispondo-me para observar as plantas, escutar as plantas, falar com as plantas, porque só assim compreenderei melhor as plantas, o que permite detectar muitos problemas.
Mas o trabalho não está feito. Não é só gozar. Naturalmente, seria bom. Contudo é apenas parte do processo de rega, que em si é mais que o acto de regar. Assim, gozar é necessário para afastar isso do espírito, predispondo-me para observar as plantas, escutar as plantas, falar com as plantas, porque só assim compreenderei melhor as plantas, o que permite detectar muitos problemas.