É nestas alturas de aflição que se dá importância, que surge a lucidez: sou água, o meu corpo é água, sinto algo de mim no copo, como se parte de mim estivesse dentro do copo. E segurar na mão um copo que contém parte de mim, é um extraordinário privilégio.
Como é natural, se colocar a mão dentro do copo, parte de mim também está lá dentro.